Câmara instala hoje subcomissão para discutir a profissão de intérprete de Libras

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência instala hoje subcomissão com o objetivo de discutir e propor regulamentação sobre o exercício profissional dos intérpretes, guia-intérpretes e tradutores da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A subcomissão será criada por requerimento da deputada Erika Kokay (PT-DF).

Segundo a deputada, dados do IBGE revelam que 1,1% da população brasileira possui algum tipo de deficiência auditiva, o que demanda a implementação de políticas públicas que possibilitem a participação e a inclusão dos surdos nos processos democráticos e assegure condições de acessibilidade, que permitam o acesso universal aos serviços e equipamentos públicos.

“O intérprete, guia-intérprete e tradutor de Libras tem um papel fundamental na efetivação das políticas de inclusão do surdo e atua como apoio técnico imprescindível para a sua cidadania”, afirma a deputada.

A subcomissão terá como principais propósitos: discutir propostas legislativas que assegurem o exercício profissional do intérprete, guia-intérprete e do tradutor de Libras com qualidade e melhores condições de trabalho; dialogar com o Poder Público, especialmente com o Ministério de Educação, acerca do exame de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras – Língua Portuguesa; e debater o processo de formação.

A reunião será realizada às 16 horas, na sala da presidência da comissão.

Fonte: Câmara dos Deputados

Diretoria de Marketing e Comunicação

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  1. Bom dia!
    Acho ótimo essa proposta, para que o profissional Intérprete de Libras seja reconhecido e valorizado, com um remuneração justa pelo trabalho desenvolvido.
    E importante rever alguns incisos e artigos que consta na lei que regulamenta a profissão.
    Trocar o termo linguagem para língua, formação de ensino médio para superior ,para trabalhar nas universidades.Carga horária de trabalho, insalubridade, hrs de repouso etc…

    Parabéns pela iniciativa, tens meu apoio

  2. Isso mesmo Silvia, e espero que nossos direitos sejam realmente garantidos. Assim como os direitos das pessoas Surdas. Precisamos de mais condições de trabalho!

  3. Os principais pontos são: carga horária (8h é desumano) acredito que o certo seriam 6h, trabalho penoso, tempo para estudo, pesquisa e descanso. Muitos intérpretes estão adoecendo tanto físico como psicologicamente. Que bom que vão discutir esses temas.